010:: Priest Fiest

March 21st, 2009

Festival: Priest Fiest

Bandas: Testament, Megadeth e Judas Priest

Data da Filmagem: 17-03-2009

Local: Pavilhão Atlantico, Lisboa, Portugal

Há um mês atrás estava eu muito bem de férias, descontraidamente quando me telefonam, e a primeira coisa que me dizem é: MEGADETH E JUDAS PRIEST!!VENS??VENS?? e pensei: quantas pessoas esperam uma vida inteira para verem estes dois heróis do metal dos anos 70, claro que aceitei logo. Por incrível que parece o bilhete só custava 30€ e ainda víamos Testament, isto no Pavilhão Atlântico, sítio onde ainda não tinha gravado nenhum grande concerto.

Ao chegarmos ao grande óvni do Parque das Nações, encontramos as habituais filas para se entrar no recinto, e começo com a preocupação se vou conseguir entrar com a máquina. Situação que não tive qualquer problema, apesar de já no recinto e ao longo dos concertos via-se alguns gorilas amarelos a confiscar maquinas.

A plateia do Pavilhão Atlântico enche com 8000 pessoas e vêem-se mais algumas nos balcões, o ambiente que estava e que se sentia ali era muito bom, e já se adivinhava os grandes moches e dives. Fui todo contente até ao balcão das t-shirts para comprar uma de Megadeth, quando me deparo com 25€ por t-shirt, achei alto roubo.

O festival dá início com Testament, que não é uma banda que costume ouvir habitualmente mas souberam fazer bem a coisa e foi o pânico na plateia. Claro que a custa disto tive algumas dificuldades a gravar, muitos empurrões e acabei por só gravar uma música. Apesar de ser um concerto agressivo e com muita vida, além da Over the Wall fizeram um concerto calmo para o que é habitual.

Em Segundo entraram um palco os muito esperados Megadeth, houve muitas pessoas que ali estavam só por eles e que se foram embora após o tempo. Quando Dave Mustaine entra em palco pensei: fogo este gajo nunca envelhece, parece um puto com grande juba amarela. Eles começaram a tocar como que viemos só fazer o nosso trabalho, foi a primeira impressão que tive, mas rapidamente pensei de forma diferente e fizeram grande concerto, alto que fica marcado.

Para o final entram Judas Priest com um cenário muito bom, fez-me lembrar o concerto de Iron Maiden no SuperRock SuperBock no ano passado (008:: Super Bock Super Rock 2008) mas não tão bom. Rob entra em palco por um elevador que está na torre lado esquerdo vestido de sacerdote, Rob entra em palco numa poltrona que nem um rei pela porta do meio deslizando em fumo e luzes vermelhas, Rob entra em palco numa bela mota pela porta do meio, e de todas as vezes em que ele entrou em palco mostrou que Judas Priest ainda estão vivos e em grande.

Deram uma grande concerto que irá ficar gravado na memória. Mas tenho um senão apontar, houve um pormenor que achei que faltava ali mais qualquer coisa, em todas as músicas acabavam da mesma maneira, os dois guitarristas vinham a frente/meio juntos e abanavam a guitarra, isto em todas.

Videos:

Testament

- More Than Meets The Eye

Megadeth

- A Tout Le Monde

- She Wolf

- In My Darkest Hour

Judas Priest

- Between The Hammer And The Anvil

- Hell Patrol

- Electric Eye

- Painkiller

002:: Guitar Hero

March 8th, 2009

Há cerca de 2 semanas fui jantar a casa de um amigo meu, que tem uma Wii, nisto pus-me a jogar Guitar Hero World Tour, eu que gosto de música, principalmente Metal e Punk Rock, deparo-me com um jogo em que o controlador é mesmo uma guitarra, as mais de 30 músicas que tinha para tocar de Metal e Punk desde os anos 60 aos tempos de hoje, fiquei vidrado. Pensei, tenho de comprar isto, mas algo me dizia: “vais ficar viciado”, então fui ao colombo em Lisboa, corri todas a lojas possiveis e estava esgotado em todas para a Playstation2, até que na última loja possível de procurar encontrei e comprei.

O jogo foi muito bem conseguido, pois tem o modo Carrer que se torna bastante interessante, pois vai-se fazendo vários Giggs, tem-se uma parede com vários anúncios (guitarrista precisa-se) acedemos e ai estamos nós a fazer um gigg de várias músicas com uma banda, ou até mesmo com personagens conhecidas como, Billy Corgan dos The Smashing Pumpkins, ou o baterista Travis Barker dos Blink 182, ou até mesmo o vocalista Ozzy Osbourne e tocar na pele de Jimmy hendrix. Nisto ao concluir concerto ganha-se alguns dólares para acumular, para comprar ou uma guitarra nova, ou roupas para personalizar o nosso guitarrista, como também para pagar para poder tocar num concerto, como acontece se queremos tocar Tool.

Em modo livre é porreiro, pois além de se estar a ouvir musicas que gostamos no dia-a-dia, ainda temos o desafio de as estar a tocar.

Em termos de desafio o jogo tem begginer, easy, medium, hard e expert os vários níveis de dificuldade, o que é bom para irmos evoluindo gradualmente.

O jogo em sim tem como cenário um palco em variados sítius, com publico a frente e a banda em cima, em que temos o papel de guitarrista, no meio do écran tem um braço de uma guitarra, onde vão aparecendo as notas que temos de tocar como botões coloridos que correspondem as cores dos botões na guitarra, e depois tocar no flap da guitarra como se tivéssemos uma palheta na mão.

Além de Guitarra também se pode jogar como baixo, ou até mesmo comprar um kit que traz bateria electrónica e microfone, e ainda jogar tudo ao mesmo tempo na mesma música, criando assim mesmo uma banda. 

Este jogo que comprei é um mix de varias musica e bandas, mas ha outros jogos disponiveis para a guitarra, tál como está agora para sair um só de Metallica.

004:: Eclipse

March 8th, 2009

Titulo: Eclipse

Ano: 2007

Editora: EUA – Little, Brown and Company; PT – Edições Gailivro

Escritora: Stephenie Meyer

Site: http://www.stepheniemeyer.com/

O terceiro e o maior até agora da saga de 5 livros de Stephenie Meyer, Eclipse, é mais uma vez um motivo para não dormir e em vez de isso ler sem parar

No anterior post sobre o segundo livro (003:: New Moon (Lua Nova)) fiz uma comparação sobre os dois anteriores livros como uma moeda que Bela tem na mão, em que o primeiro livro é “cara” e o segundo livro Bela segura a “coroa”, este terceiro livro torna-se a junção dos dois lados a tentarem viver em simultâneo na palma da mão de Bela. O que é difícil dividir uma moeda ao meio e ter as duas faces viradas para cima.

Bela tem de fazer grandes decisões da vida dela neste livro, tanto relacionado com o presente como futuro.

Livro tem suspense, mas em termos de acção poderá estar um pouco atrás dos anteriores livros.

003:: New Moon (Lua Nova)

March 8th, 2009

Titulo: New Moon

Ano: 2006

Editora: EUA – Little, Brown and Company; PT – Edições Gailivro

Escritora: Stephenie Meyer

Site: http://www.stepheniemeyer.com/

Contrariando o que fiz no post sobre o primeiro livro desta saga, Twilight (002:: Twilight (crespusculo)) em que me disseram que contei demasiado da história, e isso chateou algumas pessoas que ainda não tinham lido o livro. Peço imensas desculpas, desta vez vez vou ser mais resumido e não vou entrar em detalhes de maior importância, simplesmente dizer a minha pequena opinião.

O segundo livro da saga de cinco livros, continua a ser igualmente cativante e de grande suspense, principalmente quando começa a maior acção é difícil parar de ler sem saber o que se segue.

Neste obtem-se muita história do passado de varias personagens, que se torna bastante interessante, ver as peças a encaixarem todas.

A minha opinião é que New Moon é um “deja vu” invertido do primeiro livro, como uma moeda que bela tem na mão, no primeiro livro baseou-se na “cara” e no segundo livro na “coroa”, moeda esta que lhe traz pequenas dúvidas de qual dos lados ira cair com mais facilidade.

002:: Twilight (Crepúsculo)

January 4th, 2009

Titulo: Twilight

Ano: 2005

Editora: EUA – Little, Brown and Company; PT – Edições Gailivro

Escritora: Stephenie Meyer

O Twilight (Crepúsculo) é o primeiro de quatro livros, New Moon (Lua Nova), Eclipse e por ultimo Breaking Dawn (Amanhecer). Escritos por Stephenie Meyer, tendo o primeiro surgido em 2005. Obteve varias criticas positivas por instituções conhecidas como New York Times, Booklist, Voya, School Library Journal, e Kirkus Reviews. Passado também a filme no ano passado 2008 em Dezembro (portugal).

A Historia Baseia-se em Isabella (Bella) Swan, de 17 anos, nunca foi como os outros jovens da sua idade. Sendo uma jovem extremamente responsável, tímida e solitaria, ela muda-se da grande e quente cidade de Phoenix, no Arizona, para Forks, uma chuvosa e nublada vila do interior de Washington, tão pequena que quase todos os habitantes se conhecem. É ali que Bella irá morar com seu pai e é na sua nova escola que ela conhece os Cullen, cinco intrigantes jovens de uma extrema beleza. É neste mistério que caracteriza a família, que Bella se vê atraída pelo misterioso Edward Cullen, jovem pálido que mostrará um novo universo a Bella, transformando completamente a sua vida e fazendo a sua história mais emocionante. Edward trata-se de um vampiro, que apaixona-se por Bella, enquanto controla e resiste ao seu maior desejo, provar o sangue de Bella, matando-a desta forma. Edward ao contrário dos outros vampiros, só se alimenta de sangue animal. Bella não sabe que, quanto mais se aproxima de Edward, mais perigo cria tanto para si como para as pessoas que ela própria ama. Assim Bella e Edward vivem numa constante luta contra o destino, pois ele ao não ir ao encontro da sua necessidade, de lhe consumir o sangue e leva-la a morte certa, contraria o destino dela, situação que ira sempre persegui-la em numeras situações que quase a levam a morte. Há também o mistério de um povo descendente dos índios, que se consideram lobos, vivem numa reserva e convivem com os habitantes de Forks, mas tendo um pacto de longos anos com os vampiros em que estes não podem ir para os territórios de ambos, criando a questão do que serão eles. Neste bando encontra-se Jacob também amigo de Bella. No final a  grande questão é se Bella se torna vampiro ou ira manter-se Humana ao longo de toda a historia dos quatro livros.


009:: Defying Control

December 15th, 2008

Banda: Defying Control

Ano: 2005

Elementos: Killer, André Silva, Francis, Pedro Simão

Genero: PunkRock

Site: http://www.myspace.com/defyingcontrol

Data de filmagem: 30-11-2008

Local: Aniversario do Ateneu Artistico Cartaxense, Pavilhão de Exposições do Cartaxo

Ao fim de alguns meses volto a fazer mais uma filmagem. Em condições diferentes do que estou habituado nas restantes vezes, isto porque por motivos técnicos fiquei sem a minha maquina habitual (sem bateria e sem carregador por perto). Então desta vez tive a oportunidade de usar mesmo uma máquina de filmar, por um lado foi bom, pois andei a brincar e a experimentar uma ferramenta que me agradou bastante, o ZOOM enquanto filmo! Por outro lado não consegui um som tão bom como é habitual, mas também o local de filmagem não era o melhor, as próprias bandas que tocaram nessa noite sentiram as dificuldades do pavilhão, muito eco que estragava bastante o som. O som dos vídeos acaba por não ser fiel a banda que gravei, os Defying Control.

Os Defying Control são uma banda Punk Rock proveniente do Cartaxo, iniciaram em 2003 como Cross The Line, passando em 2005 para Defying Control com o primeiro álbum Reflection em 2007 gravado ao longo de 2006 em Neon Studios por Bruno Fingers (Guitarrista dos ex Icon & The black Roses). Neste Álbum destaca-se musicas como The Era of No Revolution, In the Middle of Life, Reflection. Algumas dessas disponiveis no site da banda. Em 2008 Trabalharam no novo álbum (da imagem) Stories Of Hope And Mayhem para ser lançado nacional e internacional em janeiro de 2009. banda já actou com varios nomes como Tara Perdida, Primitive Reason, Easyway, Aside and Devil In Me e RAMP, ultimo nome exactamente no mesmo dia que a gravação presente no blogue de dia 31-07-2007 (002::).

Na minha opinião é um Punk Rock com tendências mais Inglesas do que as habituais Americanas, criando uma certa diferença do que estamos habituados em todas as bandas novas deste género. Uma banda que começa a ter alguma popularidade e a atrair muitas pessoas locais, em palco tem um som cativante e energético, sabem agarrar os presentes. Tem uma bateria tipicamente punk, som repetido e veloz, as guitarras combinam, mas estando melhor no segundo algum e com o desenvolvimento de mais solos (coisa que me agrada bastante), voz e baixo juntos nas mesma pessoa não é muito comum (em Portugal temos o exemplo do Tim dos Xutos&Pontapés) a voz em tido uma certa evolução, em termos de Punk Rock adequa-se mas precisa de mais desenvolvimento, evolução esta que do primeiro álbum para o segundo se sente bastante, progressão continua que é sempre necessária. Primeiro Álbum acho que não foi explorado ao máximo, podiam ter tirado muito mais proveito do mesmo, o segundo álbum tem um som mais poderoso e melhor na minha opinião, guitarras e voz mais trabalhadas, corpo das músicas melhores, um trabalho mais profissional que o primeiro, mas tem a falta de mais variedade de música para música, ao ouvir-se um álbum inteiro parece que estamos a ouvir sempre o mesmo. Em relação aos dois álbuns lançados tão rapidamente um a seguir ao outro, na minha opinião poderá ser a pressão assassina das editoras, situação que os aconselho a terem cuidado, em relação ao que sei em termos de gestão é uma forma que as editoras tem de aproveitar à máximo de uma banda pequena e faze-la também sumir rapidamente.

Apresento o concerto completo abaixo excepto uma música que teve um problema de dvd, como já tinha referido anteriormente o som não é o melhor pelos vários motivos referidos.

Videos em Upload

004:: Os velhotes ganham vida

September 28th, 2008

Metallica

Death Magnetic


Após ouvir este álbum inúmeras vezes tenho de dizer que os Metallica estão de volta, a banda que marcou os anos 80 no presente.

Eu como fã da banda confesso que os álbuns que ouvia deles não passavam Kill ‘em All , Ride the Lightning , Master of Puppets e … And Justice For All os Load , Reload e St. Anger nem existiam, mantinha-me preso a 17 anos atrás.

Quando soube que iam fazer um novo álbum fiquei naquela de esperar para ver mas sem qualquer esperança. Até que vejo na televisão uma entrevista ao vocalista James Hetfield onde promete que vão voltar ao passado, vão voltar aos belos solos e por ai fora. Claro que isto me criou esperanças e expectativas mas ao mesmo tempo medo de uma desilusão.

Assim que o álbum fiquei contente, ao contrário de muitos comentários que já ouvi a dizer que não presta. Eu gosto bastante e acho que James cumpriu a promessa que fez.

“That Was Just Your Life” é uma faixa cativante destacando a voz de James e meios tempos. “The End of The Line” um bom entrelace entre James e Lars tentando a recriação do espírito de Master of Puppets sem no entanto conseguir ir tão longe, a boa nova é que os solos estão de volta e bem, Kirk faz o que sabe e muito bem com o tipico som “Whoaahh” a rasgar. “Broken, Beat and Scared” a mais parecida com o anterior disco, talvez a que deixa mais a desejar . “The Day That Never Comes” o single de apresentação do álbum é uma das melhores sem dúvida com o inicio a lembrar “Fade to Black” do Ride The Lightning ainda com o saudoso Cliff Burton.  Letras cativantes e um solo fresco, impecável. “All Nightmare Long” uma sequela ou tributo a “Enter Sandman” talvez, mas com maior velocidade. “Cyanide” curiosamente a primeira dada a conhecer ao público em actuação ao vivo no 1º Ozzfest do grupo no Texas. Uma faixa mais vocacionada no instrumental do que na letra, um tema de suicídio. “The Unforgiven III” é a triquela de “The Unforgiven” estreada no Black Album e depois continuada em Load. Pianos, com toques de adereços orquestrais, soa no entanto melhor que a II parte. “The Judas Kiss” no seu melhor. “Suicide & Redemption” é a penúltima e é a volta de uma faixa instrumental a um álbum 20 anos depois da excelente “To Live is To Die”, é de louvar apreciar em pleno esta maravilha que vale 50% do disco. A fechar “My Apocalypse” outra já bem conhecida antes do dia 12, é um digno encerramento fechando com peso, agressividade e rapidez.

Metallica – Death Magnetic
Data de lançamento:  Setembro 2008
Género: Thrash/ Heavy Metal
Editora: Vertigo / Mercury Records

Tracklist:

1. “That Was Just Your Life”
2. “The End of the Line”
3. “Broken, Beat & Scarred”
4. “The Day That Never Comes”
5. “All Nightmare Long”
6. “Cyanide”
7. “The Unforgiven III”
8. “The Judas Kiss”
9. “Suicide & Redemption”
10. “My Apocalypse”

Line-up:

Lars Ulrich – bateria
James Hetfield – voz e guitarra ritmica
Kirk Hammet – guitarra
Rob Trujillo – baixo

Metallica – The Day That Never Comes

008:: Super Bock Super Rock 2008

July 10th, 2008

Bandas: Lauren Harris, Avenged Sevenfold, Slayer, Iron Maiden, Rose Tattoo, Tara Perdida.

Generos: Punk Rock, Hard Rock, Power Metal, Metalcore, Rock Sleazy, Thrash Metal, Heavy Metal.

Site: http://www.superbock.pt/

Data da Filmagem: 09/07/2008

Local: Parque Tejo, Lisboa, Portugal, Festival Super Bock Super Rock

Ao fim de 5 anos, mais uma vez marco presença naquele que considero na minha opinião ser o melhor festival de verão português. Este ano ao dia 09/07/2008 com três nomes internacionais sonantes Avenged Sevenfold, Slayer e Iron Maiden.

Um dia quente e com bastante sol, por volta das 16.30 encontro-me na entrada do festival no parque tejo, com enormes esperanças para Iron Maiden, encontra-se alguma confusão para entrar mas não tanta como nos anos anteriores. Ao entrar reparo que em termos de instalações mantém-se tudo igual ao passado, e com um palco um pouco mais pequeno que do ano passado, também em 2007 os Metallica (post 001:: de Filmagens) fizeram o pedido especial de ter um palco maior.

Às 18 horas aparece em palco com a sua banda a Lauren Harris, incluindo na sua banda o seu pai Steve Harris baixista dos Iron Maiden, mostram um punk rock arraçado de hard rock, com uma ou outra cover, principalmente dos dos conterrâneos Gun, resumindo na minha opinião e para o meu gosto a rapariga tem uma banda muito boa, e sabem fazer e tocar musica e torna-se bastante agradável de se ouvir, mas a voz dela não me convence, e até digo que tinha sido bastante bom se fosse só a banda a tocar e Lauren Harris calada. Não fiz qualquer tipo de gravação neste concerto pois já tinha estudado da música dela, não me tinha agradado, o que acabou por se confirmar ao vivo.


De seguida surge uma estreia em Portugal bastante esperada Avenged Sevenfold, não os conhecia, passei a conhecer quando os vi confirmados para o SBSR, nesse momento no Youtube fiz algum estudo das músicas deles, agradou-me bastante principalmente a Bat Country e o vídeo da Little Piece Of Heaven, foi a banda que conseguiu arrancar as primeiras reacções calorosas à plateia. Mostraram grande qualidade em palco, entusiasmo por estarem de frente com o nosso público, fizeram mexer o público com uma mistura de power metal com metalcore e um pouco de rock sleazy norte-americano da década de 80. Gostei mais de os ouvir ao vivo do que as gravações, M. Shadows o vocalista, faz death growl bastante interessantes e curiosos, que se encaixam bastante bem na música deles. Gravei duas músicas, por sinal das mais conhecidas da banda, uma do último álbum Afterlife e outra de um álbum mais antigo bat country. Em ambos os vídeos vê-se o entusiasmo e interacção do público.

Avenged Sevenfold – Afterlife

Avenged Sevenfold – Bat Country

Às 21h20m entram os também aguardados Slayer, uma banda duradoura e consistente desde 1983, mais uma banda que manteve a plateia na mão com o seu Thrash Metal, só me lembro de entrarem em balco começam com uns acordes calmos, quando Tom Araya começa a rir para o publico, o som dos amplificadores muda totalmente e encontra-se a confusão total com moches e dives por todo o lado, o único concerto que assisti como este foi de Soulfly também no SBSR, para gravar só gravei uma, pois torna-se bastante complicado gravar no meio de tanta confusão, no vídeo mostra isso mesmo na musica Cult.

Slayer – Cult

Antes da meia-noite começa os tão aguardados Iron Maiden, um nome que suscita respeito. Confirmaram a sua reputação como um dos nomes mais influentes do universo heavy metal. Para o agrado de todos os fans incluindo eu voltaram a tocar os clássicos, num palco grandioso e espectacular, num ambiente egípcio, com as estatuas de chacais, os panos de fundo sempre a mudarem conforme a musica que estão a tocar, Bruce Dickinson sempre a trocar de roupa, tornando o concerto também com um toque teatral, o momento a cantar com a bandeira inglesa e fardamento na Trooper, o sarcófago gigante de onde sai uma múmia gigante que anda a pairar sobre o palco, no final um robot gigante talvez da altura de 3 pessoas que anda pelo palco aos tiros e finaliza com uma masturbação, os 6 lança-chamas instalados no palco sem darem descanso, e todo o trabalho de fogo de artificio dentro do palco, fizeram um concerto único. Os Iron Maiden incendiaram a multidão como ninguém. De Aces High a Hallowed be thy Name, passando por clássicos como The Number of the Beast ou Fear of the Dark, a banda londrina percorreu a primeira fase da sua carreira de forma tão consistente como convincente, num espectáculo que satisfez penso eu todos os que se encontravam, pelo menos eu fiquei doido com o concerto. Filmei uma musica Aces High mas a qualidade não está como de costume, pois era muito difícil manter a câmara estável devido a toda a confusão que se fazia sentir e a todo o entusiasmo, foi um concerto que adorava ter gravado por completo como fiz para 30 Second to Mars (post 005:: de Filmagens) mas exigia algumas condições que não consegui naquele local. Mesmo assim coloco online para se ter uma ideia da grandiosidade deste concerto.

Iron Maiden – Aces High

003:: Cartazes de Cinema

April 19th, 2008

Acontece quando vou ao cinema, antes de comprar bilhete para o filme em questão que quero ver, espreitar os cartazes e publicidades de outros filmes que estão em sala de momento e de filmes que irão estar em sala brevemente. Também costumo dar atenção aos trailers que passam já na sala de cinema antes do filme que vou ver.

Nisto surge um pormenor que me irrita em alguns casos, e não fico indiferente e até já escrevi desde em folhetos de sugestões como quando adiro a um cartão da sala de cinema, como foi o caso recente, subscrevi-me ao cartão da Castello Lopes, onde coloquei esta minha reclamação/sugestão.

Acontece que colocam publicidades, cartazes e trailers de filmes que me criam interesse, nisto fico com vontade de ver e esperar pelo filme, mas ao longo de toda a publicidade, ao longo de todo o cartaz não há uma única data de lançamento do filme, unicamente diz “brevemente”. Isto não me agrava pelo simples facto de por vezes publicitarem um filme que me interessa fico sem saber quando sai, sou obrigado a estar constantemente a procura se já está em exibição, como também acontece esquecer-me totalmente do nome do filme, ou quando informam dizem o nome original, e depois quando esta em exibição já não me lembro que era aquele o filme que queria ver ou como passaram o nome para português, esse mesmo nome passa-me ao lado e não associo ao filme que queria ver. Casos concretos, em Outubro do ano passado fui ao cinema e vi o trailer de um filme que já aguardava a algum tempo “Epic Movie: Meet the spartans” claro não mencionava datas, quando a pouco tempo soube que o filme só vai estrear em Junho desde ano. Como houve também um trailer, que vi no final do ano passado, de um filme de aventura/acção/fantástico, sobre uma criança que ganha poderes de fogo e é transportado para um mundo paralelo no passado para uma aventura, interessou-me pela história, actores e efeitos especiais, e até agora não soube absolutamente nada sobre ele.

Sou da opinião que os filmes que têm para lançar, se ainda não tem data prevista também não devem ser publicitados, principalmente tão antecipadamente. É uma forma também de não perderem clientes e ate ganharem novos, pois cria o interesse nas pessoas de irem ver os filmes, como não tem datas, as pessoas acabam por esquecer ou ate mesmo pelo tempo que esperam acabam por fazer download na internet dos filmes.

005:: Campa 250

April 19th, 2008

A morte é algo que ninguém pode escapar. A morte é o passo seguinte da vida, da mesma forma que o dia se transforma em noite, o outono em inverno ou a juventude em velhice. As pessoas preparam-se para não sofrerem no inverno que virá; preparam-se para não sofrerem na velhice; mas poucas são aquelas que preparam-se para a maior das certezas: a morte! A sociedade moderna tem ignorado um dos seus mais importantes problemas. Para a maior parte das pessoas, a morte é algo a ser temido e respeitado. Para outros somente significa a ausência de vida – simbolizado pelo vácuo. Assim, a morte transformou-se em algo considerado de alguma forma anti-natural. O que é a morte ? O que acontece conosco após a morte ? Nós podemos ignorar estas questões, como muitas pessoas o fazem. Mas, se ignorarmos a morte, eu acredito que estaremos condenados a viver um existência superficial, uma vida despreocupada com o nosso futuro. Nós podemos assegurar a nós mesmos que iremos algum dia lidar com morte ‘quando a hora certa chegar’.Esquecer-se da morte e dos mortos é prestar um péssimo serviço à vida e aos vivos.

Francisco Alves 1931-2006

“A implacável morte pisa com igual pé o majestoso palácio, e a humilde cabana do pobre. Nem as honras, as riquezas, ou os prazeres, nem o abril valente da juventude, nem a beleza e delicadeza do sexo, ou a força atlética do homem forte, podem alongar a sua existência sobre a terra. Só a virtude é capaz de encher o vazio, que a fama deixa nas ações dos homens bons” (Bruno Calil Fonseca)

Armando Cerdeira@09/10/2006

004:: Embolia Cerebral

April 19th, 2008

A embolia cerebral surge quando um coágulo (formado num coração doente por arritmia, problema de válvula, etc.) ou uma placa de gordura (ateroma), que se desprende ou se quebra geralmente da artéria carótida, correm através de uma artéria até encontrar um ponto mais estreito, não conseguindo passar e obstruindo a passagem do sangue. Relacionado com avc.
O acidente vascular cerebral (AVC), vulgarmente chamado de “derrame cerebral”, é uma doença de início súbito, caracterizada pela falta de irrigação sanguínea num determinado território cerebral. Pode ser secundário à oclusão de alguma artéria (isquêmico) ou a um sangramento (hemorrágico). A designação mais aceite, atualmente, é AVE (acidente vascular encefálico). O processo de reabilitação pode ser mais ou menos longo, dependendo das características do próprio AVC, da região afectada e do apoio que o doente tiver. Para uma recuperação eficaz destes doentes, é essencial a actuação de uma vasta equipa de reabilitação.

Armando Cerdeira@16/09/2006

003:: Noite

April 19th, 2008

Nós velejamos pelo mar infinito, por céus infinitos, estrelas brilham como olhos, ardem como bombas flamejantes, acompanhados por suspiros noturnos negros.
A lua, a noite morta mostra-se em árvores de prata, cascatas em lágrimas, orvalho dourado, luz da noite.
A Terra, castanha de um azul e branco, uma chama roxa, de neblina de safira, envolta do negro constelar, em órbita sempre.
Enquanto abaixo, junto ao ser, debaixo das árvores, onde a sombra têm poder, tomando banho numa brisa fresca, luz estrelada de prata rompe através da noite.
E assim, nós passamos, o olho vermelho do grande deus Marte, o cabelo azul da bela deusa venus, como nós viajamos… o universo…

Armando Cerdeira@25/06/2006

002:: Olho

April 19th, 2008

O olho, abre-te as portas da percepção e mantem-nas abertas. Como um grego antigo diante do mar, como um primata segurando o fogo primordial nas mãos. O primeiro olhar sobre os vales cheios de perigo. O deslumbramento de uma mente que descobre o véu do grande ceu.A criatura sem ídolos. Com ele podes enfrentar o mar, usar o fogo primordial, enfrentar os perigos nos vales, rasgares o grande ceu, sonhar com o horizonte.

Armando Cerdeira@07/04/2006

001:: Som…

April 19th, 2008

Som da Guitarra nesta disturção defeituosa que nos deixa, ainda respirar, existirá uma revolução. Som da Bateria, percurções sem limite de tempo que nos deixa, ainda respirar, onde o mal leva a morte. Teclados sem diametro e distancia compondo oitenta e oito timbres desiguais que nos deixa, ainda respirar, e o bem leva á musica. Som do baixo com graves descompassados com som de fundo citante que nos deixa, ainda respirar, a musica levará a experiencia da vida. Som da voz vibrante e rouca rebentando por dentro da alma explodindo dentro de si, vibrando ouvintes de uma musica salvadora de alguem da morte criando dentro de si o que está certo, que nos deixa, ainda respirar…

Armando Cerdeira@24/10/2004

001:: Starcraft

April 18th, 2008

StarCraft é um jogo de estratégia em tempo real produzido pela empresa Blizzard Entertainment, mesma criadora da série Warcraft. Foi lançado inicialmente para a plataforma PC em 1998, uma versão para Macintosh do jogo foi lançada em 1999. Stacraft também foi transportado para o Nintendo 64 em 2000. A sequência do jogo StarCraft II foi anunciada em 19 de maio de 2007.

A história principal acompanha a guerra entre três espécies galácticas: os adaptáveis Terrans, a consciência coletiva artrópode Zerg e os guerreios humanóides com tecnologia psiônica Protoss. Foi o jogo mais vendido em 1998 e ganhou o prêmio de Melhor Jogo de Estratégia para Computador do Ano concedido pela Academy of Adventure Gaming Arts and Design. Nove milhões de cópias de StarCraft e sua expansão Starcraft: Brood War foram vendidas desde o seu lançamento. O jogo é especialmente popular na Coréia do Sul, onde jogadores formam equipas profissionais e participam em torneios, ganham patrocínios e competem em jogos televisivos. Apesar de tecnologicamente ultrapassado em relação aos novos jogos de estratégia que estão sendo lançados, como Age Of Empires III, Warcraft 3 e outros, Starcraft é ainda muito jogado no modo multiplayer e existem vários servidores que o suportam.

No ano de 2499, quando a humanidade, depois de extrair todos os recursos naturais da Terra, viaja a outros planetas para continuar sua existência, esta ameacada por outras duas racas desconhecidas. Assim o jogo contém três raças: Protoss, Zerg e os Terrans. Cada uma delas tem unidades e construções diferentes porém muito bem equilibradas. O objetivo do jogo é seguir as missões que lhe são dadas, incluindo explorar terrenos novos, escoltar comandantes de sua tropa, e eventualmente, destruir a base inimiga. Os Terrans são como a raça humana, porém sua origem vem de humanos prisioneiros de guerra que conseguiram fugir e habitar outros planetas. Se prevalecem da tecnologia de armas de fogo para combater os Zerg. Os Protoss são seres com uma inteligência muito elevada, extremamente religiosos, possuem alta tecnologia e poderosa força militar, é a fé que os impulsiona a defender os territorios com voracidade. Tem origem em relações com a antiga civilização Xel’Naga. Os Zerg são como insetos, porém muito mais desenvolvidos. Tem origem de seres geneticamente modificados, que inclusive estão presentes no jogo, como o “Kakaru”, que deram origem ao “Mutalisk”.

O serviço de internet da Blizzard Battle.net permite jogos multiplayers on-line sem nenhum custo adicional. Muitos fãs, especialmente jogadores casuais, divertem-se jogando em grupos contra oponentes controlados pelo computador em jogos chamados “comp stomp”. Enquanto jogadores experientes geralmente não acham a inteligência artificial do jogo desafiadora, os fãs criaram mapas que são vantajosos para o computador e podem ser extremamente difíceis para vencer. Até oito lugares podem ser preenchidos num jogo quando jogado na Battle.net ou por LAN, quatro com conexão direta por cabo, e dois jogadores com conexão por modem. Em jogos cooperativos, muitas pessoas podem jogar na mesma equipa, controlando as mesmas unidades, ou em equipas diferentes que são aliados e não atacam uns aos outros. Clãs reúnem grupos de pessoas para jogos competitivos em equipa. O envolvimento do clã abrage desde amizade casual até reuniões marcadas e torneios.

Jogo Starcraft desde o seu lançamento em 1998, foi dos primeiros jogos de estratégia que joguei, e desde essa altura que me mantenho fiel ao jogo. Já joguei vários de estratégia mas nenhum conseguiu puxar tanta atenção e tanto prazer como este. Desde as unidades únicas de cada raça, como os mapas e cenários, e todas as estratégias possíveis de serem feitas e planos de jogo. Hoje em dia só entro no battle.net para jogar online, com as varias pessoas do mundo inteiro com este gosto pelo Starcraft. Torna-se muito mais competitivo, cria-se amizades. Alem dos jogos comuns de equipas ou individuais destruir uns aos outros, jogos que podem durar uma ou duas horas seguidas através de estratégias pensadas e treinadas, planos construídos para seguir, também e possível fazer jogos mais divertidos, em que os utilizadores criam mapas com objectivos próprios, desde a protecção da base, como passar obstáculos sem tocar nos inimigos, como haver varias plataformas e não deixar o inimigo ir de uma ponta a outra, estes jogos são considerados “use map settings“.

Cheguei a ter um Clã criado por mim e amigos que chamávamos “IGT” (Inter Galactic Troppers) todas as pessoas que não conhecíamos e pretendiam entrar na equipa eram feitos testes e jogos, e assim criamos uma comunidade no mundo do starcraft. Tal como jogávamos muitas vezes em redes domésticas criadas nas nossas casas, pois no ano 1998/2000 ainda não era tão fácil usufruir do serviço de internet como é hoje.

Um jogo que se conseguiu manter vivo ao longo de todo este tempo, poucos jogos o conseguem, e com muitos fans, com o lançamento para breve do Starcraft II na minha opinião não irá “matar” a primeira versão, pois os actuais utilizadores são fiéis jogadores, pois é um jogo único e o Starcraft II será um jogo totalmente novo.

007:: Tara Perdida

April 6th, 2008

Banda: Tara Perdida

Ano:1995

Elementos: João Ribas, Ruka, Ganso, Jaime, Rodrigo,

Genero: Punk Hardcore

Site: http://www.taraperdida.com/

Data de filmagem: 05-04-2008

Local: Festa da Juventude, Alenquer

Tara Perdida é uma banda de Punk Hardcore portuguesa e bastante conceituada entre os jovens portugueses. Nasceram em 1995 na junção de dois projectos, de um lado João Ribas, após o fim dos Censurados, por outro lado o apoio de Cró e Orélio. Em Novembro desse ano deram o primeiro concerto com a formação formação Ribas (Guitarra e Voz), Ruka (guitarra), Cró (Baixo) e Orélio (Bateria). Ao longo do tempo a banda foi sofrendo algumas saídas e entradas de músicos ate a formação existente hoje. Tiveram varias participações em grandes festivais portugueses como Festival “Vilar de Mouros”, Festival “Super Rock”, Festival “C’Rock Note” em França e este ano ja estão confirmados para o Festival “Super Bock Super Rock” em 9 de Julho de 2008 em Lisboa. Tiveram a opturnidade de abrir o concerto de “The Offspring” no coliseu de Lisboa e Porto. A banda já leva na sua mala quatro álbuns que continuam a ter grande sucesso.

Este concerto foi no dia da Juventude em Alenquer, já tinha frequentado esta festa no ano passado e a banda que actuou foram os “Fonzie”, uma banda Punk Rock também, não tinha tanto público, como também os “Fonzie” fizeram um concerto na minha opinião mau, pois não mostraram muito agrado de ali estarem.

Uma festa organizada pelo presidente da câmara em conjunto com a juventude de Alenquer, a banda a actuar na festa foi decidida democraticamente entre varias bandas, o que agradou bastante os Tara Perdida pela escolha dos seus fans naquele local. O próprio presidente da câmara medalhou a banda e deu o seu discurso já com algum álcool no sangue.

Antes de entraram em palco, o recinto estava cheio e muito animado, quando as luzes apagam, começam a gritar em alto e bom som por “Tara Perdida”, ate que passado cinco minutos da meia-noite entram em palco e entra tudo em loucura, devido ao som acelerado, o tipo de musica em si e a própria forma de estar da banda palco, mostram alegria de ali estarem, bastante agrado em actuarem, e nota-se um grande divertimento mesmo por parte da banda actuar, no publico é a confusão total, desde grandes “moshes“, como “dive” por parte tanto de raparigas como rapazes como se pode ver nos vídeos. João Ribas participa bastante com o publico chamando mesmo pessoas a subir ao palco. Deram um concerto com muita energia, naquele local era impossível alguém estar aborrecido ou não movimentar o corpo ao som da música.


Para gravar estes vídeos, não foi fácil, pois havia muitas pessoas como também havia muita confusão, mas mesmo assim tendo muitas a minha frente, coloquei uma cadeira de plástico, das que se encontra nas esplanadas, no meio da confusão e subi para cima dela, a minha volta só fia confusão e “moches“, muitos empurrões, e algum medo de cair dali, mas mesmo assim gravei alguns vídeos desta forma.

Tara Perdida – (1)


Tara Perdida – Feia


Tara Perdida – (3)


Tara Perdida – (4)


Tara Perdida – Batata Frita Pala Pala


Tara Perdida – (6)

006:: Mortallica

March 26th, 2008

Banda: Mortallica

Ano: 2005

Elementos: André Silva, Tiago Silva, André Marinho, Rui Ricardo

Genero: Heavy-Metal

Site: http://www.mortallica.net/

Data de filmagem: 23-02-2008

Local: Almeirim Bar

 

Mortallica é uma banda de tributo a Metallica, mostram um enorme gosto pela conhecida banda Metallica (falado no post 001:: da categoria Filmagens). Tem todo o respeito pelos fans de Metallica que os ouçam, pois pelo espectáculo que dão e o facto de actuarem com um reportório bem conhecido pelos fans, trata-se de músicas que vai do álbum Kill ‘Em All” ao álbum “Metallica” (Black Álbum), as que mais marcaram ao longo do tempo da banda internacional.

Nesta noite decidimos ir ver Mortallica ao Almeirim Bar, um bar a entrada de Almeirim quando se vem pela estrada nacional de Santarém, é um local que funciona como bar/discoteca, tem um palco onde praticamente todas as sextas e sábados têm concertos ao vivo. Quando chegamos ao local, estava cheio, grande parte fiéis seguidores dos trabalhos de Metallica.

Já tinha ouvido falar deste grupo, o baterista já o tinha visto actuar ao vivo noutra banda, Defying Control, tipo de música diferente, pois é uma banda para o Punk, mas o baterista mostra muita qualidade e profissionalismo. Um facto curioso que me chamou atenção foi dizerem que o vocalista tem uma voz igual a do James, vocalista de Metallica. Quando começo a ouvir a banda a tocar, confirma-se que não é uma banda de covers qualquer, pois apresentam um trabalho instrumental cheio de energia e profissionalismo e uma presença em palco única, o publica enche de adrenalina e acompanha sempre o grupo. O vocalista e baixista da banda André Marinho quando começa a cantar supera as minhas expectativas e confirma a curiosidade, consegue ter uma voz tão idêntica a de James, o que é muito agradável pois ao ouvir parecer que se esta a ouvir Metallica ao vivo, para mim este é o ponto mais forte da banda.

Consegui com alguma dificuldade gravar três vídeos, que consegue demonstrar um pouco do que falei anteriormente, mas melhor e tirar proveito desta banda é mesmo assistir ao vivo. São filmagens feitas de forma desarmada, pois câmara sugura a mão e braços esticados para cima para gravar por cima das várias cabeças que se encontravam a minha frente.

 

Mortallica – Master Of Puppets

 

Mortallica – The Unforgiven

 

Mortallica – The Memory Remains

 

002:: Ferraris Falsos

March 20th, 2008

É normal vermos filmes copiados, CDS de música copiados, vamos a uma feira e encontramos desde roupas, relógios e perfumes falsos muito mais baratos, pois agora existe um novo tipo de pirataria, cópia de carros. Não são qualquer tipo de carro, mas sim os conceituados Ferrari.

Descobri esta notícia num dia de trabalho em que precisei de consultar o preço de um veículo para avaliação de um crédito, e encontrei esta notícia do jornal espanhol “Cinco Dias”. Um grupo de falsificadores que se dedicava a fabricar Ferrari falsos. Os carros até eram vendidos até pela internet por valores entre os 20 e os 30 mil euros. Com este preço se tivesse que comprar um carro novo e o meu orçamento fosse a volta deste valor, qual Opel Astra ou Fiat Bravo vou é comprar um Ferrari, carros que custam 20 vezes mais.

Esta podia ter sido a oportunidade de uma vida para comprar um carro de luxo e de sonho que, de outra maneira, não poderia pagar. Diz quem viu, para um olhar pouco conhecedor, estes carros podiam mesmo passar por autênticas bombas italianas, as diferenças eram mínimas.

Este grupo construía os carros com alguns componentes originais da Ferrari mas tinham também partes falsas. Entre os modelos falsificados estavam 328 GTB, um modelo que deixou de ser produzido no final da década de 80, e também F355 , utilizando por base Pontiac Fiero . Em termos de motor é muito diferente do Ferrari, mas por 20 mil euros ficava um carro rápido e com um bom motor. Mas o grupo estava a criar vários problemas como a desvalorização da própria Ferrari como desrespeitar o clássico Pontiac Fiero (1984-1988).A polícia italiana conseguiu apreender 21 Ferraris pirata, dos quais 14 já tinham sido vendidos, e sete esperavam a sua vez.
A verdadeira Ferrari fabrica cerca de 6 mil carros por ano e a lista de espera para os novos modelos é superior a um ano. A maioria dos modelos custa mais de 134 mil euros.

001:: 30 Seconds To Mars Regressam

March 13th, 2008

Os 30 Seconds to Mars regressam a Lisboa já no próximo dia 3 de Maio para um concerto no Pavilhão Atlântico. A banda norte-americana liderada por Jared Leto esgotou recentemente o Coliseu dos Recreios e regressa assim para um concerto maior.

Diz a banda que responde «pedido dos milhares de fãs da banda, que vibraram com a actuação do Coliseu e do número ainda maior de fãs que não conseguiu comprar o desejado bilhete para o espectáculo».

Apesar de gostar muito da banda e de ter gostado de os ver ao vivo (falado na categoria filmagens 005::) não concordo com um regresso a Portugal tão prematuro.


Em primeiro lugar na minha opinião é uma banda que dá um espectáculo para Coliseu e não para Pavilhão Atlântico devido ao estilo de música/banda. O Coliseu com uma espectacular cúpula em ferro e todos os decorativos de pedra em reboco identificam-se com o estilo Emmo/Punk Rock da banda.

Em segundo lugar acabaram de dar um concerto onde apresentaram os trabalhos até agora feito por eles, encheram o Coliseu dos Recreios em Lisboa, e este regresso de a entender um medo de perder os fans e também de aproveitar para fazer dinheiro, pois em termos económicos foi um produto com muita procura para a oferta, estão a apanhar toda esta procura para rentabilizar ao máximo.

Sou da opinião que devem responder ao apelo dos fans em voltar actuar no nosso país, mas não agora e sim com novos trabalhos de forma a mostrar o interesse pelos fans portugueses em seguirem a banda e todo o seu trabalho, conseguindo assim uma novidade extraordinária como foi no dia 15 de Fevereiro de 2008 e não uma repetição.

005:: 30 Seconds to Mars

February 19th, 2008

Banda: Thirty Seconds to Mars

Ano: 1998

 

Elementos: Jared Leto, Shannon Leto, Tomo Milicevic e Matt Wachter

 

Genero: Rock alternativo

 

Site: http://www.thirtysecondstomars.com

 

Data de filmagem: 15-02-2008

 

Local: Coliseu dos Recreios, Lisboa

Os 30 Seconds to Mars começou com os irmãos Leto, Jared e Shannon e foi formada em 1998. O primeiro CD com o título da banda foi produzido apenas por eles, em 2002. Eles foram influenciados principalmente por bandas como Pink Floyd, KISS e Alice Cooper. O nome da Banda tem a ver com o espaço, o universo. É um nome que trabalha diferentes níveis. É uma frase musical, sugestiva, cinematográfica e inspiradora. Mas Jared na verdade encontrou o nome numa tese que encontrou num site de um professor de Harvard. E uma das sessões da tese foi intitulada de 30 Seconds To Mars, e ele dizia que estamos literalmente a 30 segundos de Marte. A seta é a representação gráfica para a frase Provehito In Autum que significa: Honra, justiça, liderança e autoridade, análise, racionalidade, diferenciando a verdade da mentira, auto sacrifício, vitória e sucesso, entre outras coisas.

Ouvi pela primeira vez a cerca de um ano e meio, e a primeira música que ouvi foi a “the kill” que me interessou bastante e levou-me a procura das restantes musicas, musicas que falam de brutalidade, honestidade, o crescer e o amadurecer de cada um, mudança, uma viagem emocional, a história da vida, amor, morte, dor, alegria e paixão. É a história do que é ser humano. Já conhecia o Jared leto mas noutras andanças como no grande écran, no filme “Requiem for a Dream” ou em varias series que passaram na TV.

Para fazer estas filmagens a seguir apresentadas foi uma experiencia nova, pois foi a primeira vez que filmei um concerto completo e usei um tripé para manter a câmara com uma imagem estável, para assegurar a qualidade de imagem, pois teria de usar algum zoom. Para entrar no Coliseu íamos com algum receio, pois levávamos algum equipamento que podia ser barrado na entrada com um saco grande com equipamento fotográfico, e o saco com o tripé as costas, mas entramos sem problemas. Ao entrar e a subir as escadas para o camarote, apanhei uma grande surpresa, pois começo a ouvir a banda de abertura e reconheço o som como sendo de Qwentin (banda já falada no post 004 na categoria Filmagens), quando entro e confirmo que são mesmo eles fico contente, pois são uma banda com valor e prometem um grande futuro e mais uma vez deram um concerto que o publico adorou e aplaudiu bastante, embora parte do público não os conhecesse. O espectáculo de 30 Seconds to Mars começa com o recinto escuro, um pano branco a esconder o palco e da inicio a um espectáculo com efeitos de luz, onde se vê sombras dos músicos em luzes vermelhas, começam a tocar a “The Battle of One e com efeitos de luz vermelha e flash brancos vê-se um gigante baterista a tocar e nas luzes vermelhas os restantes em ponto mais pequeno com um efeito estonteante.
Um Coliseu dos Recreios esgotado com um ambiente de total ansiedade onde toda a gente saltava em “uníssono”, a surpresa de Jared Leto a solo no camarote presidencial. Terminaram a digressão em Lisboa com o alinhamento “The Battle of One“, “From Yesterday“, “Savior“, “Capricorn (A Brand New Name)”, “The Story“, “A Beautiful Lie“, “The Kill“, “R-Evolve“, “Attack“, no camarote presidencia a solo “Was It A Dream?”, “Echelon“, “A Modern Myth“, por fim encore “Buddha For Mary“, “Hunter” e “The Fantasy”.

01 – 30 Seconds to Mars – The Battle of One

 

02 – 30 Seconds to Mars – From Yesterday

 

03 – 30 Seconds to Mars – Savior

 

04 – 30 Seconds to Mars – Capricorn (A Brand New Name)

 

05 – 30 Seconds to Mars – The Story

 

06 – 30 Seconds to Mars – A Beautiful Lie

 

07 – 30 Seconds to Mars – The Kill

 

08 – 30 Seconds to Mars – R-Evolve

 

09 – 30 Seconds to Mars – Attack

 

10 – 30 Seconds to Mars – Was It A Dream?

 

11 – 30 Seconds to Mars – Echelon

 

12 – 30 Seconds to Mars – A Modern Myth

 

13 – 30 Seconds to Mars – Buddha For Mary

 

14 – 30 Seconds to Mars – Hunter

 

15 – 30 Seconds
to Mars – The Fantasy

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