Archive for the ‘Filmagens’ Category

010:: Priest Fiest

Saturday, March 21st, 2009

Festival: Priest Fiest

Bandas: Testament, Megadeth e Judas Priest

Data da Filmagem: 17-03-2009

Local: Pavilhão Atlantico, Lisboa, Portugal

Há um mês atrás estava eu muito bem de férias, descontraidamente quando me telefonam, e a primeira coisa que me dizem é: MEGADETH E JUDAS PRIEST!!VENS??VENS?? e pensei: quantas pessoas esperam uma vida inteira para verem estes dois heróis do metal dos anos 70, claro que aceitei logo. Por incrível que parece o bilhete só custava 30€ e ainda víamos Testament, isto no Pavilhão Atlântico, sítio onde ainda não tinha gravado nenhum grande concerto.

Ao chegarmos ao grande óvni do Parque das Nações, encontramos as habituais filas para se entrar no recinto, e começo com a preocupação se vou conseguir entrar com a máquina. Situação que não tive qualquer problema, apesar de já no recinto e ao longo dos concertos via-se alguns gorilas amarelos a confiscar maquinas.

A plateia do Pavilhão Atlântico enche com 8000 pessoas e vêem-se mais algumas nos balcões, o ambiente que estava e que se sentia ali era muito bom, e já se adivinhava os grandes moches e dives. Fui todo contente até ao balcão das t-shirts para comprar uma de Megadeth, quando me deparo com 25€ por t-shirt, achei alto roubo.

O festival dá início com Testament, que não é uma banda que costume ouvir habitualmente mas souberam fazer bem a coisa e foi o pânico na plateia. Claro que a custa disto tive algumas dificuldades a gravar, muitos empurrões e acabei por só gravar uma música. Apesar de ser um concerto agressivo e com muita vida, além da Over the Wall fizeram um concerto calmo para o que é habitual.

Em Segundo entraram um palco os muito esperados Megadeth, houve muitas pessoas que ali estavam só por eles e que se foram embora após o tempo. Quando Dave Mustaine entra em palco pensei: fogo este gajo nunca envelhece, parece um puto com grande juba amarela. Eles começaram a tocar como que viemos só fazer o nosso trabalho, foi a primeira impressão que tive, mas rapidamente pensei de forma diferente e fizeram grande concerto, alto que fica marcado.

Para o final entram Judas Priest com um cenário muito bom, fez-me lembrar o concerto de Iron Maiden no SuperRock SuperBock no ano passado (008:: Super Bock Super Rock 2008) mas não tão bom. Rob entra em palco por um elevador que está na torre lado esquerdo vestido de sacerdote, Rob entra em palco numa poltrona que nem um rei pela porta do meio deslizando em fumo e luzes vermelhas, Rob entra em palco numa bela mota pela porta do meio, e de todas as vezes em que ele entrou em palco mostrou que Judas Priest ainda estão vivos e em grande.

Deram uma grande concerto que irá ficar gravado na memória. Mas tenho um senão apontar, houve um pormenor que achei que faltava ali mais qualquer coisa, em todas as músicas acabavam da mesma maneira, os dois guitarristas vinham a frente/meio juntos e abanavam a guitarra, isto em todas.

Videos:

Testament

- More Than Meets The Eye

Megadeth

- A Tout Le Monde

- She Wolf

- In My Darkest Hour

Judas Priest

- Between The Hammer And The Anvil

- Hell Patrol

- Electric Eye

- Painkiller

009:: Defying Control

Monday, December 15th, 2008

Banda: Defying Control

Ano: 2005

Elementos: Killer, André Silva, Francis, Pedro Simão

Genero: PunkRock

Site: http://www.myspace.com/defyingcontrol

Data de filmagem: 30-11-2008

Local: Aniversario do Ateneu Artistico Cartaxense, Pavilhão de Exposições do Cartaxo

Ao fim de alguns meses volto a fazer mais uma filmagem. Em condições diferentes do que estou habituado nas restantes vezes, isto porque por motivos técnicos fiquei sem a minha maquina habitual (sem bateria e sem carregador por perto). Então desta vez tive a oportunidade de usar mesmo uma máquina de filmar, por um lado foi bom, pois andei a brincar e a experimentar uma ferramenta que me agradou bastante, o ZOOM enquanto filmo! Por outro lado não consegui um som tão bom como é habitual, mas também o local de filmagem não era o melhor, as próprias bandas que tocaram nessa noite sentiram as dificuldades do pavilhão, muito eco que estragava bastante o som. O som dos vídeos acaba por não ser fiel a banda que gravei, os Defying Control.

Os Defying Control são uma banda Punk Rock proveniente do Cartaxo, iniciaram em 2003 como Cross The Line, passando em 2005 para Defying Control com o primeiro álbum Reflection em 2007 gravado ao longo de 2006 em Neon Studios por Bruno Fingers (Guitarrista dos ex Icon & The black Roses). Neste Álbum destaca-se musicas como The Era of No Revolution, In the Middle of Life, Reflection. Algumas dessas disponiveis no site da banda. Em 2008 Trabalharam no novo álbum (da imagem) Stories Of Hope And Mayhem para ser lançado nacional e internacional em janeiro de 2009. banda já actou com varios nomes como Tara Perdida, Primitive Reason, Easyway, Aside and Devil In Me e RAMP, ultimo nome exactamente no mesmo dia que a gravação presente no blogue de dia 31-07-2007 (002::).

Na minha opinião é um Punk Rock com tendências mais Inglesas do que as habituais Americanas, criando uma certa diferença do que estamos habituados em todas as bandas novas deste género. Uma banda que começa a ter alguma popularidade e a atrair muitas pessoas locais, em palco tem um som cativante e energético, sabem agarrar os presentes. Tem uma bateria tipicamente punk, som repetido e veloz, as guitarras combinam, mas estando melhor no segundo algum e com o desenvolvimento de mais solos (coisa que me agrada bastante), voz e baixo juntos nas mesma pessoa não é muito comum (em Portugal temos o exemplo do Tim dos Xutos&Pontapés) a voz em tido uma certa evolução, em termos de Punk Rock adequa-se mas precisa de mais desenvolvimento, evolução esta que do primeiro álbum para o segundo se sente bastante, progressão continua que é sempre necessária. Primeiro Álbum acho que não foi explorado ao máximo, podiam ter tirado muito mais proveito do mesmo, o segundo álbum tem um som mais poderoso e melhor na minha opinião, guitarras e voz mais trabalhadas, corpo das músicas melhores, um trabalho mais profissional que o primeiro, mas tem a falta de mais variedade de música para música, ao ouvir-se um álbum inteiro parece que estamos a ouvir sempre o mesmo. Em relação aos dois álbuns lançados tão rapidamente um a seguir ao outro, na minha opinião poderá ser a pressão assassina das editoras, situação que os aconselho a terem cuidado, em relação ao que sei em termos de gestão é uma forma que as editoras tem de aproveitar à máximo de uma banda pequena e faze-la também sumir rapidamente.

Apresento o concerto completo abaixo excepto uma música que teve um problema de dvd, como já tinha referido anteriormente o som não é o melhor pelos vários motivos referidos.

Videos em Upload

008:: Super Bock Super Rock 2008

Thursday, July 10th, 2008

Bandas: Lauren Harris, Avenged Sevenfold, Slayer, Iron Maiden, Rose Tattoo, Tara Perdida.

Generos: Punk Rock, Hard Rock, Power Metal, Metalcore, Rock Sleazy, Thrash Metal, Heavy Metal.

Site: http://www.superbock.pt/

Data da Filmagem: 09/07/2008

Local: Parque Tejo, Lisboa, Portugal, Festival Super Bock Super Rock

Ao fim de 5 anos, mais uma vez marco presença naquele que considero na minha opinião ser o melhor festival de verão português. Este ano ao dia 09/07/2008 com três nomes internacionais sonantes Avenged Sevenfold, Slayer e Iron Maiden.

Um dia quente e com bastante sol, por volta das 16.30 encontro-me na entrada do festival no parque tejo, com enormes esperanças para Iron Maiden, encontra-se alguma confusão para entrar mas não tanta como nos anos anteriores. Ao entrar reparo que em termos de instalações mantém-se tudo igual ao passado, e com um palco um pouco mais pequeno que do ano passado, também em 2007 os Metallica (post 001:: de Filmagens) fizeram o pedido especial de ter um palco maior.

Às 18 horas aparece em palco com a sua banda a Lauren Harris, incluindo na sua banda o seu pai Steve Harris baixista dos Iron Maiden, mostram um punk rock arraçado de hard rock, com uma ou outra cover, principalmente dos dos conterrâneos Gun, resumindo na minha opinião e para o meu gosto a rapariga tem uma banda muito boa, e sabem fazer e tocar musica e torna-se bastante agradável de se ouvir, mas a voz dela não me convence, e até digo que tinha sido bastante bom se fosse só a banda a tocar e Lauren Harris calada. Não fiz qualquer tipo de gravação neste concerto pois já tinha estudado da música dela, não me tinha agradado, o que acabou por se confirmar ao vivo.


De seguida surge uma estreia em Portugal bastante esperada Avenged Sevenfold, não os conhecia, passei a conhecer quando os vi confirmados para o SBSR, nesse momento no Youtube fiz algum estudo das músicas deles, agradou-me bastante principalmente a Bat Country e o vídeo da Little Piece Of Heaven, foi a banda que conseguiu arrancar as primeiras reacções calorosas à plateia. Mostraram grande qualidade em palco, entusiasmo por estarem de frente com o nosso público, fizeram mexer o público com uma mistura de power metal com metalcore e um pouco de rock sleazy norte-americano da década de 80. Gostei mais de os ouvir ao vivo do que as gravações, M. Shadows o vocalista, faz death growl bastante interessantes e curiosos, que se encaixam bastante bem na música deles. Gravei duas músicas, por sinal das mais conhecidas da banda, uma do último álbum Afterlife e outra de um álbum mais antigo bat country. Em ambos os vídeos vê-se o entusiasmo e interacção do público.

Avenged Sevenfold – Afterlife

Avenged Sevenfold – Bat Country

Às 21h20m entram os também aguardados Slayer, uma banda duradoura e consistente desde 1983, mais uma banda que manteve a plateia na mão com o seu Thrash Metal, só me lembro de entrarem em balco começam com uns acordes calmos, quando Tom Araya começa a rir para o publico, o som dos amplificadores muda totalmente e encontra-se a confusão total com moches e dives por todo o lado, o único concerto que assisti como este foi de Soulfly também no SBSR, para gravar só gravei uma, pois torna-se bastante complicado gravar no meio de tanta confusão, no vídeo mostra isso mesmo na musica Cult.

Slayer – Cult

Antes da meia-noite começa os tão aguardados Iron Maiden, um nome que suscita respeito. Confirmaram a sua reputação como um dos nomes mais influentes do universo heavy metal. Para o agrado de todos os fans incluindo eu voltaram a tocar os clássicos, num palco grandioso e espectacular, num ambiente egípcio, com as estatuas de chacais, os panos de fundo sempre a mudarem conforme a musica que estão a tocar, Bruce Dickinson sempre a trocar de roupa, tornando o concerto também com um toque teatral, o momento a cantar com a bandeira inglesa e fardamento na Trooper, o sarcófago gigante de onde sai uma múmia gigante que anda a pairar sobre o palco, no final um robot gigante talvez da altura de 3 pessoas que anda pelo palco aos tiros e finaliza com uma masturbação, os 6 lança-chamas instalados no palco sem darem descanso, e todo o trabalho de fogo de artificio dentro do palco, fizeram um concerto único. Os Iron Maiden incendiaram a multidão como ninguém. De Aces High a Hallowed be thy Name, passando por clássicos como The Number of the Beast ou Fear of the Dark, a banda londrina percorreu a primeira fase da sua carreira de forma tão consistente como convincente, num espectáculo que satisfez penso eu todos os que se encontravam, pelo menos eu fiquei doido com o concerto. Filmei uma musica Aces High mas a qualidade não está como de costume, pois era muito difícil manter a câmara estável devido a toda a confusão que se fazia sentir e a todo o entusiasmo, foi um concerto que adorava ter gravado por completo como fiz para 30 Second to Mars (post 005:: de Filmagens) mas exigia algumas condições que não consegui naquele local. Mesmo assim coloco online para se ter uma ideia da grandiosidade deste concerto.

Iron Maiden – Aces High

007:: Tara Perdida

Sunday, April 6th, 2008

Banda: Tara Perdida

Ano:1995

Elementos: João Ribas, Ruka, Ganso, Jaime, Rodrigo,

Genero: Punk Hardcore

Site: http://www.taraperdida.com/

Data de filmagem: 05-04-2008

Local: Festa da Juventude, Alenquer

Tara Perdida é uma banda de Punk Hardcore portuguesa e bastante conceituada entre os jovens portugueses. Nasceram em 1995 na junção de dois projectos, de um lado João Ribas, após o fim dos Censurados, por outro lado o apoio de Cró e Orélio. Em Novembro desse ano deram o primeiro concerto com a formação formação Ribas (Guitarra e Voz), Ruka (guitarra), Cró (Baixo) e Orélio (Bateria). Ao longo do tempo a banda foi sofrendo algumas saídas e entradas de músicos ate a formação existente hoje. Tiveram varias participações em grandes festivais portugueses como Festival “Vilar de Mouros”, Festival “Super Rock”, Festival “C’Rock Note” em França e este ano ja estão confirmados para o Festival “Super Bock Super Rock” em 9 de Julho de 2008 em Lisboa. Tiveram a opturnidade de abrir o concerto de “The Offspring” no coliseu de Lisboa e Porto. A banda já leva na sua mala quatro álbuns que continuam a ter grande sucesso.

Este concerto foi no dia da Juventude em Alenquer, já tinha frequentado esta festa no ano passado e a banda que actuou foram os “Fonzie”, uma banda Punk Rock também, não tinha tanto público, como também os “Fonzie” fizeram um concerto na minha opinião mau, pois não mostraram muito agrado de ali estarem.

Uma festa organizada pelo presidente da câmara em conjunto com a juventude de Alenquer, a banda a actuar na festa foi decidida democraticamente entre varias bandas, o que agradou bastante os Tara Perdida pela escolha dos seus fans naquele local. O próprio presidente da câmara medalhou a banda e deu o seu discurso já com algum álcool no sangue.

Antes de entraram em palco, o recinto estava cheio e muito animado, quando as luzes apagam, começam a gritar em alto e bom som por “Tara Perdida”, ate que passado cinco minutos da meia-noite entram em palco e entra tudo em loucura, devido ao som acelerado, o tipo de musica em si e a própria forma de estar da banda palco, mostram alegria de ali estarem, bastante agrado em actuarem, e nota-se um grande divertimento mesmo por parte da banda actuar, no publico é a confusão total, desde grandes “moshes“, como “dive” por parte tanto de raparigas como rapazes como se pode ver nos vídeos. João Ribas participa bastante com o publico chamando mesmo pessoas a subir ao palco. Deram um concerto com muita energia, naquele local era impossível alguém estar aborrecido ou não movimentar o corpo ao som da música.


Para gravar estes vídeos, não foi fácil, pois havia muitas pessoas como também havia muita confusão, mas mesmo assim tendo muitas a minha frente, coloquei uma cadeira de plástico, das que se encontra nas esplanadas, no meio da confusão e subi para cima dela, a minha volta só fia confusão e “moches“, muitos empurrões, e algum medo de cair dali, mas mesmo assim gravei alguns vídeos desta forma.

Tara Perdida – (1)


Tara Perdida – Feia


Tara Perdida – (3)


Tara Perdida – (4)


Tara Perdida – Batata Frita Pala Pala


Tara Perdida – (6)

006:: Mortallica

Wednesday, March 26th, 2008

Banda: Mortallica

Ano: 2005

Elementos: André Silva, Tiago Silva, André Marinho, Rui Ricardo

Genero: Heavy-Metal

Site: http://www.mortallica.net/

Data de filmagem: 23-02-2008

Local: Almeirim Bar

 

Mortallica é uma banda de tributo a Metallica, mostram um enorme gosto pela conhecida banda Metallica (falado no post 001:: da categoria Filmagens). Tem todo o respeito pelos fans de Metallica que os ouçam, pois pelo espectáculo que dão e o facto de actuarem com um reportório bem conhecido pelos fans, trata-se de músicas que vai do álbum Kill ‘Em All” ao álbum “Metallica” (Black Álbum), as que mais marcaram ao longo do tempo da banda internacional.

Nesta noite decidimos ir ver Mortallica ao Almeirim Bar, um bar a entrada de Almeirim quando se vem pela estrada nacional de Santarém, é um local que funciona como bar/discoteca, tem um palco onde praticamente todas as sextas e sábados têm concertos ao vivo. Quando chegamos ao local, estava cheio, grande parte fiéis seguidores dos trabalhos de Metallica.

Já tinha ouvido falar deste grupo, o baterista já o tinha visto actuar ao vivo noutra banda, Defying Control, tipo de música diferente, pois é uma banda para o Punk, mas o baterista mostra muita qualidade e profissionalismo. Um facto curioso que me chamou atenção foi dizerem que o vocalista tem uma voz igual a do James, vocalista de Metallica. Quando começo a ouvir a banda a tocar, confirma-se que não é uma banda de covers qualquer, pois apresentam um trabalho instrumental cheio de energia e profissionalismo e uma presença em palco única, o publica enche de adrenalina e acompanha sempre o grupo. O vocalista e baixista da banda André Marinho quando começa a cantar supera as minhas expectativas e confirma a curiosidade, consegue ter uma voz tão idêntica a de James, o que é muito agradável pois ao ouvir parecer que se esta a ouvir Metallica ao vivo, para mim este é o ponto mais forte da banda.

Consegui com alguma dificuldade gravar três vídeos, que consegue demonstrar um pouco do que falei anteriormente, mas melhor e tirar proveito desta banda é mesmo assistir ao vivo. São filmagens feitas de forma desarmada, pois câmara sugura a mão e braços esticados para cima para gravar por cima das várias cabeças que se encontravam a minha frente.

 

Mortallica – Master Of Puppets

 

Mortallica – The Unforgiven

 

Mortallica – The Memory Remains

 

005:: 30 Seconds to Mars

Tuesday, February 19th, 2008

Banda: Thirty Seconds to Mars

Ano: 1998

 

Elementos: Jared Leto, Shannon Leto, Tomo Milicevic e Matt Wachter

 

Genero: Rock alternativo

 

Site: http://www.thirtysecondstomars.com

 

Data de filmagem: 15-02-2008

 

Local: Coliseu dos Recreios, Lisboa

Os 30 Seconds to Mars começou com os irmãos Leto, Jared e Shannon e foi formada em 1998. O primeiro CD com o título da banda foi produzido apenas por eles, em 2002. Eles foram influenciados principalmente por bandas como Pink Floyd, KISS e Alice Cooper. O nome da Banda tem a ver com o espaço, o universo. É um nome que trabalha diferentes níveis. É uma frase musical, sugestiva, cinematográfica e inspiradora. Mas Jared na verdade encontrou o nome numa tese que encontrou num site de um professor de Harvard. E uma das sessões da tese foi intitulada de 30 Seconds To Mars, e ele dizia que estamos literalmente a 30 segundos de Marte. A seta é a representação gráfica para a frase Provehito In Autum que significa: Honra, justiça, liderança e autoridade, análise, racionalidade, diferenciando a verdade da mentira, auto sacrifício, vitória e sucesso, entre outras coisas.

Ouvi pela primeira vez a cerca de um ano e meio, e a primeira música que ouvi foi a “the kill” que me interessou bastante e levou-me a procura das restantes musicas, musicas que falam de brutalidade, honestidade, o crescer e o amadurecer de cada um, mudança, uma viagem emocional, a história da vida, amor, morte, dor, alegria e paixão. É a história do que é ser humano. Já conhecia o Jared leto mas noutras andanças como no grande écran, no filme “Requiem for a Dream” ou em varias series que passaram na TV.

Para fazer estas filmagens a seguir apresentadas foi uma experiencia nova, pois foi a primeira vez que filmei um concerto completo e usei um tripé para manter a câmara com uma imagem estável, para assegurar a qualidade de imagem, pois teria de usar algum zoom. Para entrar no Coliseu íamos com algum receio, pois levávamos algum equipamento que podia ser barrado na entrada com um saco grande com equipamento fotográfico, e o saco com o tripé as costas, mas entramos sem problemas. Ao entrar e a subir as escadas para o camarote, apanhei uma grande surpresa, pois começo a ouvir a banda de abertura e reconheço o som como sendo de Qwentin (banda já falada no post 004 na categoria Filmagens), quando entro e confirmo que são mesmo eles fico contente, pois são uma banda com valor e prometem um grande futuro e mais uma vez deram um concerto que o publico adorou e aplaudiu bastante, embora parte do público não os conhecesse. O espectáculo de 30 Seconds to Mars começa com o recinto escuro, um pano branco a esconder o palco e da inicio a um espectáculo com efeitos de luz, onde se vê sombras dos músicos em luzes vermelhas, começam a tocar a “The Battle of One e com efeitos de luz vermelha e flash brancos vê-se um gigante baterista a tocar e nas luzes vermelhas os restantes em ponto mais pequeno com um efeito estonteante.
Um Coliseu dos Recreios esgotado com um ambiente de total ansiedade onde toda a gente saltava em “uníssono”, a surpresa de Jared Leto a solo no camarote presidencial. Terminaram a digressão em Lisboa com o alinhamento “The Battle of One“, “From Yesterday“, “Savior“, “Capricorn (A Brand New Name)”, “The Story“, “A Beautiful Lie“, “The Kill“, “R-Evolve“, “Attack“, no camarote presidencia a solo “Was It A Dream?”, “Echelon“, “A Modern Myth“, por fim encore “Buddha For Mary“, “Hunter” e “The Fantasy”.

01 – 30 Seconds to Mars – The Battle of One

 

02 – 30 Seconds to Mars – From Yesterday

 

03 – 30 Seconds to Mars – Savior

 

04 – 30 Seconds to Mars – Capricorn (A Brand New Name)

 

05 – 30 Seconds to Mars – The Story

 

06 – 30 Seconds to Mars – A Beautiful Lie

 

07 – 30 Seconds to Mars – The Kill

 

08 – 30 Seconds to Mars – R-Evolve

 

09 – 30 Seconds to Mars – Attack

 

10 – 30 Seconds to Mars – Was It A Dream?

 

11 – 30 Seconds to Mars – Echelon

 

12 – 30 Seconds to Mars – A Modern Myth

 

13 – 30 Seconds to Mars – Buddha For Mary

 

14 – 30 Seconds to Mars – Hunter

 

15 – 30 Seconds
to Mars – The Fantasy

href=”http://www.superbock.pt/SuperBrand/Super_Blog_Awards/Votar.aspx?id=2012″>

004:: Qwentin

Saturday, February 2nd, 2008

Banda: Qwentin

Ano:2003

Elementos: Drepopoulos Qwentinsson, Gospodar Qwentinsson, Morloch Qwentinsson, Qweon Qwentinsson e Bárány Qwentinsson

Genero: Indie, Rock, Psi-fi

Site: http://www.qwentin.com/

Data de filmagem: 20-12-2007

Local: Restart, Lisboa

Qwentin é uma banda portuguesa surgida na cidade de Cartaxo, no ano de 2003. Para além da música, a componente visual tem muita relevância no universo dos Qwentin. Em palco, apresentam-se maquilhados e vestidos de fato e saia, com o negro e a teatralidade como temáticas dominantes. Em palcos escuros e com auras vermelhas dão espectáculos de encher o olho e o ouvido e pedir por mais.

Ouvi falar da banda já algum tempo, mas com um projecto totalmente diferente, em que tocavam em vários locais com espectáculos de covers dentro do estilo rock and roll, punk, metal, hard rock. Recentemente descobri que os qwentin a trabalhos próprios que me criou curiosidade, ouvi o “novo” qwentin no Cartaxo onde fiquei espantado e perguntei nesse dia a quem me acompanhava no concerto o porque de eles não lançarem um CD e trabalharem nesse sentido, pois tinham crescido como músicos e via-se um grande profissionalismo em palco, com músicas bem trabalhadas e elaboradas, com influências cinematográficas, multiplicidade linguística e na criação de temas que progridem como filmes. Passado uma semana, acabo por saber que os Qwentin estão a trabalhar arduamente no lançamento do CD. Começa-se o ouvir entrevistas na comunicação social e campanha de publicidade em vários locais.

Nas gravações a seguir apresentadas, volta-se a encontrar a banda com todas as características enumeradas anteriormente. Foi filmado na escola Restart em Lisboa no Parque das Nações, concerto em sala rodeada de panos pretos para a gravação de um vídeo clip, o que foi óptimo para mim pois tive luz suficiente para conseguir gravar, o que não me aconteceu nas gravações feitas no Cartaxo, pois era um cenário escuro só com uma aura vermelho no cimo. E mais uma vez deram o melhor e mostraram que vale a pena segui-los e esperar por todos os trabalhos que nos venham apresentar.

“Do Not Believe In It… For It Is All True…”

Qwentin – Fatalidad!

 

Qwentin – Il Commence Ici

 

Qwentin – Aqui…

 

Qwentin – Pitbull Terrier

 

Qwentin – Mind The Thieves

 

Qwentin – 2ª parte de Uomo Tutto

 

Qwentin – Jornalisma

 

Qwentin – Intervalo e Tweestrijd (Cartaxo)

 

Qwentin – Uomo Tutto (Cartaxo)

 

Qwentin – Il Commence Ici (Cartaxo)

 

Qwentin – Fatalidad! (Cartaxo)

 

Qwentin – Terrier (Cartaxo)

 

003:: Click

Sunday, December 30th, 2007

Banda: Click

Ano: 2007

Elementos: Barbara, Filipe, Ricardo, Alexandre e Laurentino

Genero: Covers

Influencias: Pearl Jam, Artic Monkeys, Guano Apes e The Cult

Site: http://www.myspace.com/clickbanda

Data de filmagem: 10-11-2007

Local: Azambuja, Armazém do sal


Click é uma banda de covers recente, influenciada por varias bandas como Pearl Jam e Guano Apes, ainda não tem nenhum trabalho discográfico lançado, mas já tem bastantes trabalhos ao vivo por vários bares e locais.

Na minha opinião tem um voz forte e afinada, capaz de se distinguir quando canta, nota-se que o baterista já tem bastante experiencia e toca com bastante naturalidade.

Quando fiz estes vídeos, fui a convite do baterista, não fazia ideia do que iria encontrar no Armazém do sal nessa noite, nunca tinha ouvido falar da banda. Quando chegamos, encontramos uma banda cheia de energia e com muita vontade de actuar, fizeram um espectáculo longo e com alguns intervalos que acho que poderá ser um ponto negativo, mas todas a musicas que tocaram mostraram bastante ensaio e bastante à-vontade no que estavam a fazer, conseguindo entusiasmar o público.

Click – (Guano Apes)

Click – (Pearl Jam)

Click – (Nelly Furtado)

002:: RAMP

Thursday, December 27th, 2007

Banda: R.A.M.P.

Ano: 1989

Elementos: Rui Duarte, Ricardo Mendonça, António Gomes, João Martins e Fernando Caveira

Genero: Thrash Metal

Site: http://www.ramp.pt

Data de filmagem: 31-07-2007

Local: Vila Chã de Ourique, Kopophonia

R.A.M.P foi a banda que no ano 1989 apareceu em portugal, explorando uma area pouco explorada por cá, o metal, e alem disso, uma das suas principais conquistas foi a afirmação do valor das bandas nacionais perante todas as grandes apostas do metal internacional.

Comecei a ouvir R.A.M.P. em 2003 com o album “Nude”, onde criei o interesse pela banda, e segui todos os albums, nas letras, abordam assuntos como a dor da perda, a desilusão, os direitos humanos, o mundo actual. Ao longo dos 16 anos de existência, tem sido reconhecidos pela crítica: pela Rádio Comercial, da Câmara Municipal do Seixal, a Medalha de Mérito Cultural.

São uma banda optima para ver ao vivo, vi no 10º Festival do Super Bock Super Rock onde deram um concerto cheio de energia e muitos décibeis, e sempre com o bom humor do Rui (vocalista), no Local destes videos, não desiludiram e voltaram a supreender, num local chamado Vila chã de Ourique perto do Cartaxo, na festa Kopophonia, onde se ouviu Defying Control e R.A.M.P., sempre como de costume o cenario com os panos brancos no fundo e mta energia.

R.A.M.P. – How

R.A.M.P. – Alone

R.A.M.P. – All Men Taste Hell – Noone

001:: Metallica

Tuesday, December 11th, 2007

Banda: Metallica

Ano: 1981

Elementos: James, Lars, Kirk e Robert

Genero: Metal

Site: http://www.metallica.com/

Data de filmagem: 28-06-2007

Local: Parque Tejo em Lisboa no Festival Supe Bock Super Rock

Video feito no Acto 1 do 13ª Super Bock Super Rock em dia de peso por excelencia, os gigantes Metallica mostraram que a longevidade pode bem ser o segredo do seu sucesso e conquistaram a plateia do festival.“Lisbon… Metallica loves you” poucas vezes um elogio deste genero soou tao sincero e apropriado. Passavam tres quartos de hora da uma da manha e James Hetfield, vocalista dos norte americanos Metallica, anunciava com um sorriso nos labios e punho cerrado no ar a sua adoração pelo publico nacional. Estava assim fechado, e fechado com chave de ouro!, o Acto 1 do 13ª Super Bock Super Rock – aproximadamente nove horas 45 minutos depois de se terem ouvido os primeiros acordes atraves do sistema sonoro instalado no Parque Tejo.

A espera pela banda mais aguardada do dia começava a tornar-se penosa, mas os primeiros acordes de Creeping Death – depois da ja habitual Exctasy of Gold como introdução – funcionaram como uma injecçao de adrenalina numa massa humana que, de um momento para o outro, parecia totalmente imune a longa maratona de actuações a que ja tinha sido sujeita por esta hora. As duas horas e meia que os Metallica passaram em palco foram de total comunhão entre os musicos e o seu publico… James, Kirk, Robert Trujillo e Lars Ulrich estavam com saudades de estar em palco e a multidão presente no Parque Tejo ja tinha, obviamente, saudades deles. Os musicos nao tinham vontade de se ir embora e os fâs nao os queriam deixar ir – as partidas em falso e os sucessivos regressos ao palco foram disso um bom exemplo. O espectaculo do Super Bock Super Rock foi o primeiro que fizeram desde o ano passado.

Receios de uma banda enferrujada foram desvanecidos imediatamente com o solido inicio de uma actuação ultra potente, pautada pelo profissionalismo de um colectivo que ja tem estatuto de instituição. O grupo revelou-se coeso q.b. e interpretou um longo alinhamento, ao qual ninguem se conseguiu manter indiferente. A fase menos consensual da sua carreira foi posta de lado em favor dos clássicos – de The Four Horsemen a Sad But True, passando por Fade To Black, Battery ou Master of Puppets, houve tempo mais que suficiente para agradar a fas novos e antigos. Destaque para a recta final do espectaculo, com a sequencia composta por One, Enter Sandman, Am I Evil? dos Diamond Head e Seek and Destroy a funcionar como uma verdadeira celebracao da longevidade daquela que e – sem duvida! – a mais influente banda de rock pesado de todos os tempos.

Metallica – The Unforgiven


Metallica – Enter Sandman