Nós velejamos pelo mar infinito, por céus infinitos, estrelas brilham como olhos, ardem como bombas flamejantes, acompanhados por suspiros noturnos negros.
A lua, a noite morta mostra-se em árvores de prata, cascatas em lágrimas, orvalho dourado, luz da noite.
A Terra, castanha de um azul e branco, uma chama roxa, de neblina de safira, envolta do negro constelar, em órbita sempre.
Enquanto abaixo, junto ao ser, debaixo das árvores, onde a sombra têm poder, tomando banho numa brisa fresca, luz estrelada de prata rompe através da noite.
E assim, nós passamos, o olho vermelho do grande deus Marte, o cabelo azul da bela deusa venus, como nós viajamos… o universo…
Armando Cerdeira@25/06/2006