#031 - Mr. Deeds

Mr. DeedsTítulo: Mr. Deeds
Género: Comédia, Romance
MPAA/Certificação:
Rated PG-13 for language including sexual references, and some rear nudity.
Língua: Inglês
País: USA
Ano: 2002
Site Oficial: não achado

Um filme visto à moda antiga… na televisão! Já vi, talvez, este filme 3 vezes, fora as vezes que só vi partes do mesmo. Isto porque, a nossa bela televisão portuguesa está sempre a passar o mesmo. Mas acreditem, não me arrependo de ver o filme nenhuma das vezes.

Mr. Deeds é uma comédia um tanto ou quanto, estranha. Tal como, Knocked Out, é daqueles filmes que, no início, é extremamente cómico, mas torna-se, rapidamente, algo super dramático… é do efeito romântico. O que é certo é que, apesar do romance, este filme consegue manter o mesmo nível de comédia o tempo todo. Nada melhor que trabalhar numa pizzaria, com uma vida pacata, em que se é adorado e, assim do nada, receber uma herança de 40 mil milhões de dólares e uma empresa de alto sucesso. Isto porque, um senhor teimoso, se lembrou de subir mais uns metros, num cume montanhoso e, morrer congelado agarrado à bandeira. Entretanto, aparecem os jornalistas em busca do famoso herdeiro e aparece a jovem Babe (nome estrondosamente elegante) que faz um óptimo trabalho de cuscuvilhice até se apaixonar e, as coisas começarem a correr mal.

Este filme mistura uma série de elementos que são, muita vez, usados em filmes do género. Um jovem “bondoso”, trapalhão e sem jeito para grandes feitos. Um familiar qualquer que tem uma filosofia de vida digna de honrar e depois, um conselheiro e/ou novo chefe da empresa que é um mau e quer tudo para ele. Para além disso, assistimos aqui, à grande diferença de viver na aldeia ou viver na cidade. Ser humilde ou ser rico e poderoso, ser amigo ou ser egoísta. É um filme típico de moral, mas que o transmite de uma forma adequada.

De efeitos especiais, este filme não tem nada… é totalmente ligado à realidade. Claro está, temos as pequenas cenas cómicas em que são necessários gatos de peluche e não gatos verdadeiros, senão era crime! O som está na mesma mão com a imagem, tudo simples, mas eficaz. Para quê pormenor, quando se consegue melhor, de modo simples? É a grande filosofia do filme.

Ok, é verdade, a televisão portuguesa já parava de passar o filme. Mas até é giro ver… e de chorar, ao ver aquele Corvett ser mandado contra uma árvore!

Daniel Bento

PS: Receber 40 mil milhões é algo que não lembra a ninguém, nos dias de hoje…

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